sábado, 12 de maio de 2018

ALGO HÁ DE ERRADO NO TRATADO COM IRÃ

O QUE TRUMP VÊ DE ERRADO NO ACORDO COM IRÃ?
CONCORDO COM TRUMP – não basta denunciar os vícios do “acordo” de palhaçada. É preciso ainda dar a punição merecida e mais restrições econômicas que revertam os erros do acordo onde é indevido. AS MÁFIAS SEMPRE AFIRMARAM QUE ELAS TEM SUAS "REGRAS DO JOGO SUJO E NÃO RECUARÃO".
TRANSCREVO O LINK
Cético em relação ao pacto nuclear, presidente americano decide retirar Estados Unidos do tratado. Entenda as objeções do republicano contra o tratado firmado por Obama em 2015.
"O pior acordo da história." É assim que o presidente dos EUA, Donald Trump, descreve o pacto nuclear do Irã, de 2015. Ele repetidamente sinalizou que os Estados Unidos iriam se retirar ou revisar o tratado – ameaça que se concretizou nesta terça-feira (08/05).
Tanto o Departamento de Estado americano quanto a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) confirmaram que o Irã cumpriu sua parte. Especialistas em não proliferação nuclear e líderes europeus que negociaram o acordo pressionaram Trump pela manutenção dos EUA no pacto.
Por que então o governo Trump é contra o acordo nuclear? – Mas que mentira tenebrosa!!! Cumpriram um acordo que não lhe exigia nada!? Instalações ocultas podiam funcionar... Vejam:
A resposta está nas fraquezas alegadas do acordo e, igualmente importante, em questões não relacionadas à energia nuclear, que o governo Trump agora gostaria de trazer para a mesa de negociação, como o programa de mísseis balísticos do Irã e a crescente influência da república islâmica no Oriente Médio
No âmbito do acordo de 2015 negociado entre o Irã e o P5 + 1 (EUA, Reino Unido, França, China, Rússia e Alemanha), Teerã concordou em desmantelar seu programa nuclear em troca do fim de uma série de pesadas sanções internacionais e do descongelamento de bilhões de dólares em ativos iranianos. Pelo acordo, o Irã tem permissão para desempenhar pequenas atividades nucleares e manter estoques de urânio para fins de pesquisa e medicina.
Com tantas vantagens em negócios e sem responsabilidade por falsidades... já que continuaria fazendo pesquisa!
Essas quantidades de urânio estão muito abaixo do necessário para o desenvolvimento rápido e sem aviso prévio de armas nucleares. Com efeito, ao Irã é permitido a pesquisa nuclear pacífica, assim como qualquer outro país.
ATRASA, MAS NÃO IMPEDE a bomba em mãos de terroristas.
À época do fechamento do acordo, agências de inteligência ocidentais estimaram que o Irã só estava a um ano de produzir uma arma nuclear. O acordo de 2015 restringiu as atividades relacionadas ao programa nuclear do Irã por 10 a 15 anos. Depois que este período expirar, o acordo precisará ser renegociado ou o Irã teoricamente poderá reiniciar o seu programa de armas atômicas.
Se o Irã escolher então produzir armas nucleares, começaria a partir de um ponto de partida mais abaixo, o que poderia dar tempo à comunidade internacional.
Mas o governo Trump acha esta "cláusula de temporização" – essencialmente a data de validade do acordo – problemática porque, em sua opinião, simplesmente atrasaria o desenvolvimento de uma bomba nuclear, em vez de impedir. As preocupações da Casa Branca reverberam a posição de Israel, que argumenta que A QUESTÃO NUCLEAR NÃO PODE SER SOMENTE ADIADA.
Atividade nuclear secreta?
O acordo também permite que os inspetores da AIEA monitorem as instalações nucleares declaradas, as instalações de armazenamento e as cadeias de abastecimento.
No entanto, o governo Trump argumenta que O ACORDO NUCLEAR NÃO FORNECE ACESSO A INSTALAÇÕES MILITARES RESTRITAS QUE PODERIAM SER USADAS ​​PARA UM PROGRAMA DE DE ARMAS SECRETO. O presidente exigiu que os inspetores também tenham acesso a essas instalações, algo rejeitado pelo Irã.
Os apoiadores do acordo argumentam que qualquer programa secreto seria detectado por meio das normas vigentes de monitoramento das instalações e cadeias de abastecimento existentes.
Mísseis balísticos
A redação da resolução das Nações Unidas que autoriza o acordo nuclear é vaga na questão dos mísseis balísticos. O acordo "exorta", mas não exige o fim da pesquisa "relacionada a mísseis balísticos capazes de lançar armas nucleares".
O Irã diz que seus mísseis balísticos são armas convencionais que não foram projetadas para transportar ogivas nucleares, mesmo que sejam capazes disso. Como o Irã não está buscando produzir armas nucleares, argumenta Teerã, a resolução da ONU não se aplica ao seu programa de mísseis balísticos. 
ISTO SÃO ARGUMENTOS DE MÁFIA QUE NEM ESCONDE O JOGO SUJO!
Mas o governo Trump argumenta que o programa de mísseis viola a natureza do acordo e constitui uma ameaça para seus aliados árabes do Golfo e Israel. Os EUA já voltaram atrás em uma série de sanções contra o Irã, fazendo com que Teerã, por sua vez, acusasse os EUA de sabotar o espírito do acordo.
Verbas para "atividades desestabilizadoras"
O acordo nuclear fez com que uma grande parcela dos ativos internacionais do Irã – um total de 100 bilhões de dólares – fosse descongelada. O governo Trump argumenta que isso foi ruim porque o dinheiro pode ser usado para financiar as "atividades desestabilizadoras do Irã" no Oriente Médio e grupos terroristas.
As queixas dos EUA incluem ainda a hostilidade do Irã em relação a Israel, o seu envolvimento na Síria e no Iraque e o amplo apoio regional da república islâmica para vários grupos radicais xiitas, incluindo o Hisbolá no Líbano e os rebeldes Houthi no Iêmen, bem como para o Hamas na Faixa de Gaza.
Além disso, Washington e Israel estão preocupados com o fato de que a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), uma organização de segurança e militar que funciona separadamente das forças armadas regulares, e o Hisbolá estejam estabelecendo bases conjuntas no sul da Síria, nas cercanias de Israel.
VEJAM O JORNALISMO PEGANDO O DISCURSO DA MERKEL A FAVOR DE TRUMP COMO SENDO CONTRA...
ÂNGELA MERKEL - Não está certo EUA deixarem unilateralmente acordo nuclear com Irã
Jornal do Brasil
OBSERVAMOS essa baba de sapo dos jornalismos alucinados pelos Banqueiros deturpando o que foi dito neste caso tão flagrante que supomos que os leitores terão asco de todos esses atentados ao bom senso. VEJAM O QUE DESTACAMOS NESTE SUB-ARTIGO.
A chanceler da Alemanha, Ângela Merkel, afirmou nesta sexta-feira que "não está certo que se decida abandonar unilateralmente um contrato que foi discutido e que o Conselho de Segurança da ONU aprovou unanimemente", referindo-se à saída dos Estados Unidos do acordo nuclear internacional com o Irã.
"Isso danifica a confiança na ordem internacional", acrescentou ela, que vê o abandono do pacto por Washington como um motivo "de grande preocupação e lamentação".
Em discurso no Dia Católico, celebrado na cidade alemã de Münster, no Estado da Renânia do Norte-Vestfália, Merkel admitiu concordar "que com o Irã há vários outros motivos de preocupação, como o conflito com Israel, o programa de mísseis balísticos e o papel do Irã na Síria".
VEJAM TAMBÉM - 
https://mariosanchezs.blogspot.com.br/2018/05/rothschilds-contra-trump-e-o-duelo-do.html



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