terça-feira, 19 de abril de 2016

REVISTA ECONOMIST SOBRE IMPEACHMENT DILMA

'ECONOMIST' IRONIZA DEDICATÓRIAS 'ECLÉTICAS' DE DEPUTADOS
Notícia de hoje
18 ABR         2016   19h36 atualizado às 22h26

COMENTÁRIO prévio do Blog – A mídia britânica deve ser lida como porta-voz da City (entendamos logo, da Nova Ordem). Está em voga criticar o povo brasileiro como tendo exatamente esses pensamentos expressos pela revista ECONOMIST. E nós temos que informar ao grupo de estudos que isto nada mais é do que a comprovação de que os comandos desnacionalizantes da Nova Ordem haviam feito esse preparo prévio para que assim pense a maioria do povo. Mas não estão muito crentes em ter conseguido esse objetivo, porque a revista escreve e manda distribuir a crítica para os “pensantes” assim passarem a condenar o pensamento “do povo”...

Já era de se esperar que os discursos dos deputados na votação sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff serviriam de base para uma série de memes em redes sociais.

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Mas nesta segunda-feira até a conservadora revista britânica The Economist ironizou os motivos alegados pelos parlamentares brasileiros para votar a favor do afastamento da presidente.

EIS ALGUNS TEXTOS DA REVISTA
"As acusações contra Dilma são de que ela teria manipulado as contas do governo, ocultando seu estado lamentável", explica a Economist, em sua versão online.

"Mas (essas acusações) não foram mencionadas por quase nenhum dos deputados que falaram na sessão especial (sobre o impeachment) - estridente e marcada por fortes divisões partidárias. Em vez disso, os deputados pró-impeachment - acusados por seus adversários de serem ladrões, fanáticos e golpistas - citaram razões mais ecléticas para seus votos", completa a revista, mencionando, em seguida, uma lista com mais de 50 motivos, entre eles:

- "Pelos maçons do Brasil"
- "Pelos produtores rurais, porque se eles não plantam não há almoço nem janta"
- "Contra o ensinamento da mudança de sexo nas escolas"
- "Pela paz em Jerusalém"
- "Por todos os corretores de seguro"
- "Pela minha mãe Lucimar"
- "Pela BR 429"
- "Pelos militares de 64"
- "Pela minha tia Eurides, que cuidou de mim quando eu era pequeno"
- "Por Campo Grande, a morena mais linda do Brasil"
- "Por Carlos Brilhante Ustra (chefe do DOI-Codi em São Paulo, órgão de repressão política que foi palco de torturas durante o regime militar), o terror de Dilma"

Nas redes sociais, vários posts também satirizaram essa ampla gama de motivos apresentada pelos deputados para afastar Dilma.

"Vote no melhor argumento pró-impeachment", dizia um deles, com uma lista com cerca de 20 opções.

"Pela volta do plural na língua portuguesa. Pelo fim do implante capilar mal feito. Pelo fim da tinta acaju", dizia outro meme, satirizando os erros de português e aparência dos deputados.

Há pouco mais de uma semana, a revista Economist publicou uma matéria na qual defendia que o processo de impeachment em curso no Brasil não é um golpe de Estado, mas tampouco representa a melhor solução para o país - que seria uma eleição geral capaz de renovar também o Congresso.
Ver no blog - http://mariosanchezs.blogspot.com.br/2016/04/the-economist-fala-do-impeachment.html

"A próxima vez que os brasileiros forem às ruas, é isso (novas eleições gerais) que deveriam exigir", opinou a revista britânica.

CONCLUSÕES
Um dia desses espero que alguém crie miolos e saia da microcefalia anglo-americana (pode usar a receita que recebi do GEA mandando dosar glutamato de sódio para fixar um pouco mais de fosfato tri cálcio na formação da substância cinzenta do cérebro). Deve começar a entender APÓS ISSO que há solução de “economistas” mais lucrativa do que julgam ser o máximo nas suas soluções escravocratas. E passem a pensar o que é lógico – quem escraviza é um microcéfalo que não tem capacidade para cuidar de sua produção de riqueza e por isso escraviza; e escravo sob chicote produz bem menos do que faria se fosse respeitado e participasse dos resultados segundo seu mérito; senzala é vício induzido e a libertação se chama “condomínio da reciprocidade”.
Quando entenderem que votar não é democracia, talvez comecem a pensar. Até lá, quem pensa que sabe, deve pensar mais um pouco pra tentar saber se pensa e verá que não sabe nada porque nem sabe se pensa.
Vejam algo do GEA para o ECONOMIST economizar seus supostos miolos e avisar como fazer o Império que não cairá mais porque terá sustentabilidade:

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