domingo, 15 de setembro de 2013

DENÚNCIA PEDINDO O FIM DOS POLÍTICOS?

COMENTÁRIO PREVIO – Só está faltando na denúncia da socióloga:
1.    A explicação de que o Brasil nunca saiu da condição de colônia e a sociedade brasileira continua educada e tratada como uma Senzala de fronteira a fronteira e isso é muito grave para uma socióloga.
2.    Faltou evidentemente mostrar uma receita que não pode ser nem plebiscito (a ser votado por bolsas de voto escravo... kiákiákiá!) nem novas eleições (com urnas fajutas e sistema de poder estatal sem limites... kiákiákiá!). Pediria que ela completasse o artigo com o que é evidente – chamar os tanques para expulsar a corja, converter o Brasil em um condomínio, instalar uma educação clássica de conhecer, ter caráter, valorizar o mérito e devolver à classe média o que lhe foi roubado por essas farsas denunciadas.
A POLITICA COMO FARSA

Maria Lucia Victor Barbosa
No teatro da vida, a farsa sempre esteve presente. A hipocrisia, a mentira, a simulação, a impostura, e a bajulação ajudam os vencedores da arena da existência, sobretudo se são dotados da retórica capaz de iludir e convencer.
Na atualidade, o famigerado "politicamente correto", que exclui valores, embaça percepções e nivela por baixo para atingir o que Alexis de Tocqueville denominou de "males da igualdade", elevou ao máximo a farsa como modo de escapar ao julgamento negativo da maioria. A pessoa diz o que se quer que ela diga, e não o que pensa ou sente.
Na política, palco máximo da simulação, a farsa nunca esteve tão exacerbada na medida em que conta com o poderoso auxílio da propaganda, que se sofisticou e se disseminou através dos meios de comunicação, especialmente os televisivos. Esse ápice da arte de fingir chegou ao nosso país com o governo petista, que, finalmente, conseguiu marqueteiros aptos a esculpir imagens ou confeccionar máscaras para compor personagens ideais palatáveis ao gosto popular.
Assim, Lula da Silva, sindicalista esperto, verborrágico, afeito a retórica de porta de fábrica, vestiu a roupagem do operário pobrezinho, necessário à ideologia de esquerda que precisava de um representante do proletariado e, num passe de mágica, virou "estadista". Nada mais longe da verdade, pois Lula de fato é um semianalfabeto que de pobre não tem mais nada, um populista ambicioso e sem escrúpulos que venceu pela sorte e não pelo valor.
 Sua fala vulgar, rudimentar, grotesca, e algo circense provocou o sentimento de identidade com a massa, que sendo culturalmente necessitada de proteção viu nele o pai generoso a distribuir caridades oficiais que livraram os mais pobres da "maldição" do trabalho.
Mas ai de quem disser essas coisas do "líder", pois será imediatamente tachado de preconceituoso e marcado com novos significados de certos termos inventados pelo PT. Por exemplo: fulano é da "elite". Elite quer dizer produto de qualidade, mas na "novilíngua" petista passa a significar rico e, portanto, mau. As pessoas não percebem que os mandarins do PT estão riquíssimos e que Lula é o queridinho dos banqueiros, dos empresários empreiteiros que, aliás, sustentam suas ricas campanhas.
Sicrano é de direita. Direita é outro termo no linguajar petista que estigmatiza quem é assim chamado. Ser de direita -- ensina o PT -- é ser atrasado, neoliberal, mau-caráter, aquele que odeia os pobres.
O bom é ser de esquerda, aquela bem totalitária, que matou milhões em nome da causa, impediu a liberdade, infelicitou, oprimiu e igualou o povo na miséria, mas conservando rica a classe dirigente. Curiosamente, o PT nunca conseguiu definir seu "socialismo" e sua classe dirigente adora gozar das delícias da burguesia.
Do alto de sua arrogância, o boquirroto Lula, que gosta de ensinar ao mundo como é que se faz para converter um país em paraíso, elegeu a primeira mulher presidente. E daí? Ela é a mulher submissa, que não dá um passo sem obedecer ao seu dono e senhor, a gerente que não conseguiu tocar nem loja de R$ 1,99.
Vergada sob a herança maldita do seu mentor e de sua própria incompetência, Rousseff está conduzindo o Brasil pelos fiascos dos 'pibinhos' que nos torna lanterninha dos BRICS, pela calamidade da inflação, pelo flagelo da inadimplência. Mas ela não é a mãe do PAC? O PAC foi um aborto, uma ficção, como a transposição do Rio São Francisco, e tantas outras promessas não cumpridas.
Na véspera de 7 de setembro, a governanta veio à TV fazer sua propaganda política. Reconheceu que "ainda somos um país com serviços públicos de baixa qualidade"como se isso não dissesse respeito a seu governo. Entretanto, o que Lula e ela fizeram para melhorar estes serviços nos seus quase 11 anos de poder?
Como o forte do PT não é a autocrítica, Rousseff, na mesma performance, se vangloriou de trazer os médicos cubanos escravos, doutrinadores ou não, que dão um bom lucro para Fidel Castro e, provavelmente, para o governo brasileiro.
A última da governanta foi no G-20. Ela discursou pedindo satisfações ao presidente Obama sobre espionagem. Uma tentativa de levantar os brios nacionalistas brasileiros e se colocar como vítima. Quem sabe também obter o assento na Comissão de Segurança da ONU, almejado pelo PT há longo tempo. Ficou falando sozinha, pois os participantes estavam preocupados com o importante caso da Síria.

O fato é que o Brasil está longe de alcançar sua independência, enquanto o povo continuar a votar nesse tipo de gente. E que não se duvide de que a bancada da Papuda, que deve aumentar caso os "mensaleiros" sejam presos, possa ser reeleita, apesar da cusparada que o Congresso Nacional deu na cara do país mantendo o mandato do deputado presidiário, Natan Donadon. Infelizmente o ser humano ama a farsa e a pratica.
*Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga    
mlucia@sercomtel.com.br

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