terça-feira, 23 de maio de 2017

VIVER SEM MORRER? O QUE TRUMP TEM COM ISSO?

PODEMOS VIVER SEM MORRER? O QUE TRUMP TEM COM ISSO?
O boato de hoje – haveria uma carta de Trump a Bolsonaro dizendo-lhe para não se candidatar em 2018, pois não ganhará.
O assunto, entretanto que o GEA me pediu é que eu conte o que puder sobre como nossos melhores estudiosos de Biologia enxergam o alongamento de nossa vida com juventude e saúde. E mais, se podemos refazer nosso corpo conservando as boas experiências e conhecimentos da vida mesmo tendo sido atingidos por ato mortal das máfias.
Eu já respondi no artigo sobre canibais que até os mais atrasados filhos da floresta possuem a informação que os estudiosos dos transplantes estão descobrindo hoje, isto é, que um pedaço de tecido do corpo do doador transplantado a um receptor transfere “informações” de ordem mental, moral, e física. Somos parte de um holograma de frequências vibratórias que cruzamos juntos o mesmo momento e o mesmo ponto quântico, conjugando nossas ondas no emaranhado quântico que chamei de “planos de consciência” na primeira edição de “Einstein, o campo unificado”.
Depois lancei o livro hoje disponível em e-book no site, “As Múmias Contam o Segredo dos Transplantes”. Nele levanto a hipótese de clonagem de um cientista a partir de uma célula do corpo dele. Quem lê as ficções de Zecharia Sitchin em cima dos textos “Enuma Elishi” de tabletes sumerianos vai encontrar o assassinato do “deus” Seth (leia “imortal”) onde sua mulher, meia irmã, reencontra os pedaços e o faz voltar à vida.  
Também publiquei em artigo do BLOG um resumo da Psicografia de um companheiro contando que a última viagem do cometa/nave Nibiru em busca do ouro teve um acidente há uns duzentos anos em que alguns Anunnaki estão hibernando em corpos celestes e outros feitos em pedaços e nenhum tem condições de vir para o planeta/nave artificial Terra que é seu quartel reduzido e sem condições de irem lá recolher os cacos para refazer os desastrados. Segundo ele, esse crescimento relâmpago de nossa ciência nesse período seria um esforço direcionado por eles para viagens espaciais urgentes que nós não precisamos, mas eles precisam fazer para o resgate. Assim, a pergunta do título “se podemos viver sem morrer”, teria que ser atendida com um passinho a mais na era dos transplantes: clonar o corpo a partir de DNA de uma célula reativada e pronto! Também havia levantado em meu “Einstein, campo unificado” a prova de que nossa mente é um enrolamento de ondas mais velozes que a luz. Portanto, feito o desenvolvimento de ferramentas para receber essa onda, esses instrumentos permitiriam não somente o teletransporte, como também o que chamaríamos de retorno de um desencarnado, mesmo tendo seu corpo sido incinerado, para ocupar a mente de um novo corpo formado já com seus sete disquetes pré-natais condicionados para essa recepção.
É muito complicado?
Mas... O que Trump teria a ver com isso? Evidentemente ele não escreveria uma carta a Bolsonaro... Nem consta que ele tenha bola de cristal para fazer previsões. Nem consta que esteja pagando biólogos para preparar programas de renascer ou rejuvenescer.  
Entretanto ele está no centro de todas as artimanhas da Terceira Guerra Mundial, que se trava a nível de informática, ciência avançada, mentiras na mídia, e Máfias unificadas para fazer a escravidão final da espécie humana em uma senzala global. E ele fala sobre Sonho Americano de liberdade verdadeiramente democrática.


segunda-feira, 22 de maio de 2017

MANUAL DO PSICOPATA POR CHOMSKY avisem a equipe Trump – xerife  neles!

 OU AS 10 Estratégias de Manipulação Midiática
Quem já leu nossos artigos combatendo o governo psicopatológico que dirige o nosso mundo através de grupos de psicopatas que chamamos de Máfias, logo identifica estas regras de manipulação pela Mídia, como sendo as normas de manipulação escravocrata que temos que desmascarar e eliminar da face da Terra.  

A espiral do silêncio:
http://bit.ly/espiral-silencio       https://docs.google.com/document/d/1eqLnT3IwaJtM2ywqNVRJggUUMHr76QB_pimSsPSkaqU/pub
  Espiral do silêncio e as demais técnicas de propaganda desenvolvidas a partir de estudos de Freud para manipular a coletividade.

Janelas de Overton: Dancing Days 1978 "todos são corruptos", quem não é, vive na miséria
1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranquilas')”.
2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranquilas”)”.
6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e pôr fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar ideias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…
7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranquilas’)”.
8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…
9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o indivíduo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!
10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.

ADENDO SOBRE A ESPIRAL DO SILÊNCIO

  A espiral do silêncio aparece como uma teoria da ciência política e da comunicação de massa proposta em 1977 pela cientista alemã Elisabeth Noelle-Neuman.
  A pesquisa transdisciplinar demonstra o quanto opinião pública é manipulada mediante a ênfase das características antropologicamente desenvolvidas e selecionadas ao longo de milhares de gerações humanas pré-civilização.
 "A ideia central desta teoria situa-se na possibilidade de que os agentes sociais possam ser isolados de seus grupos de convívio caso expressem publicamente opiniões diferentes daquelas que o grupo considere como opiniões dominantes. Isso significa dizer que o isolamento das pessoas, de afastamento do convívio social, acaba sendo a mola mestra que aciona o mecanismo do fenômeno da opinião pública, já que os agentes sociais têm aguda percepção do clima de opinião. E é esta alternância cíclica e progressiva que Noelle-Neumann chamou de Espiral do Silêncio (LAGE, Nilson. Estrutura da notícia. 4 ed. São Paulo: Ática, 1998. p. 16, grifamos)
 Aristóteles salienta a sociabilidade ser uma propriedade essencial humana, necessitando de vínculos sociais para se satisfazer e, consequentemente, teme o isolamento. Isso acentua tendências atávicas fomentadas pela acultura da superficialidade e do medo:
- a tendência de seguir o bando acentuada pela necessidade de conviver em grupo;
- desejo de agradar a maioria, estar "enturmado", falar o que acredita ser a ideia da maioria.
  Essas tendências passaram a ser ocultadas durante o processo de educação das novas gerações e foram usadas para destruir os valores mediante técnicas como as Janelas de Overton Saiba mais sobre isso no Livro de Glenn Beck.
https://drive.google.com/open?id=0B6QVNULEDAG8WHhPSVBfMGdocnM
 Seguir o bando e sentir medo de destoar do grupo, são estratégias automáticas de sobrevivência incorporadas por milhões de anos de seleção natural extinguindo quem ousou ser diferente.
 Exemplo dos patos
https://www.facebook.com/ellisa.padilla/posts/1297297590389133
  Há décadas, a mídia emprega recursos de manipulação como as Janelas de Overton. Exemplo didático na novela "Dancing Days", em 1978: queriam degradar os valores morais; criaram falsas crenças "todos são corruptos" e não valer a pena ser honesto porque "quem não é corrupto vive na miséria".
 A mentira foi embutida em uma crítica à vedação de importação. Na época, os produtos nacionais, quase sempre, possuíam qualidade muito inferior aos confeccionados no exterior. Contudo, era praticamente impossível importar qualquer coisa tal a quantidade de restrições impedindo além da elevada taxação com impostos sobre o que conseguia entrar.
 Essa vedação era antipática e a maioria da população desejava ter acesso aos produtos importados.
 Assim, a estrutura da cena “criticando a vedação de importações” atrai a simpatia permitindo às falsas crenças fossem contrabandeadas, entrassem pela porta dos fundos no inconsciente dos telespectadores com as ideias que os controladores pretendiam implantar!
  Através de “janelas” assim, foram sendo impregnadas falsas crenças como ser “normal” a corrupção, até “ser necessária” para sair da miséria…
 Para entender perfeitamente, assista este trecho de 2 minutos aqui:
https://vimeo.com/209271388

Janelas de Overton: Dancing Days 1978 "todos são corruptos", quem não é, vive na miséria
  A MÍDIA e os “formadores de opinião” patrocinados pelos Controladores globalistas induzem o medo e a vergonha de divergir do que propalam ser a “opinião comum”.
  O indivíduo omite a sua opinião quando conflita com o que acredita ser a opinião dominante devido ao medo do isolamento.
  Ao acreditar pertencer à minoria, prefere resguardar-se no silêncio para evitar a vergonha.
   Esse comportamento gera uma tendência progressiva ao silêncio em espiral pois, ao não expor a sua ideia, o indivíduo automaticamente, de fato, compactua com a pretensa maioria.
 E outras pessoas com a opinião divergente da pretensa maioria também não a verbalizam porque o silêncio dos divergentes os torna, na prática, em coniventes com a falsidade.
  Quanto menor o grupo assumindo abertamente a opinião divergente, maior o ônus social em expressá-la.
 A manipulação é confessada, desde 1928, quando o pai da propaganda moderna, Edward L. BERNAYS, escreveu “Propaganda”, republicada em 2005 em Nova Iorque pela Ig Publishing.
  É mediante técnicas assim que se estabeleceu a luta de classes levando os pobres a não perceber o verdadeiro inimigo:

 No Brasil atual, o sistema de direito sofre os efeitos de uma intensa crise decorrente das falsas crenças espalhadas pelos lobistas promovendo a total inversão de valores em meio aos operadores jurisdicionais. Isso impede efetividade do sistema porque as lesões de direito não são reparadas beneficiando os injustos. Corrompe a paz social incentivando a desobediência civil beneficiando os indecentes. Saiba mais aqui http://bit.ly/mazelas   
                  http://www.padilla.adv.br/processo/morosidade
 Os 3 pilares da sociedade:
   Entenda como fomos envolvidos nesse holograma através da acultura da superficialidade e do medo e de técnicas de propaganda desenvolvidas a partir de estudos de Freud http://bit.ly/espiral-silencio  para promoverem a idiotização e facilitar a escravização humana!
   A egocentrização promovida pela acultura da superficialidade está na raiz de todos os problemas da sociedade, desde a violência até o desmanche da educação e dos serviços de saúde:  http://bit.ly/aculturadasuperficialidade
   Desperte da escravização humana dissimulada http://bit.ly/escravizacao
   Descubra como escaparemos dessa prisão sem correntes 
http://bit.ly/1mundomelhor  vencendo a 5GW http://bit.ly/5-guerra
  A sociedade contemporânea depende do equilíbrio na interseção de três Sistemas os quais sustentam a paz social, sem a qual, não há progresso. Contudo, tudo vem sendo escondido de nós.
 Compreenda a acultura da superficialidade e do medo, criada para escravizar a humanidade, a partir de uma coletânea de vídeos: https://vimeo.com/album/3144893/
  São pilares dos quais depende a manutenção da sociedade:
  1. O sistema de direito, o qual foi tornado ineficaz por falsas crenças e alteração de valores http://bit.ly/mazelas
 Compreenda melhor o Sistema Jurídico na perspectiva antropológico e humanista transdisciplinar da TgpT aqui: http://bit.ly/tgp-t        https://t.co/3cxdCLbFR7  
  2. O sistema desportivo. Entenda o papel e a importância do esporte e do direito na sociedade aqui: http://bit.ly/4plano  
  3. O sistema de crenças e valores. As crenças falsas são disseminadas mediante HEM, a hipnose em massa, subvertendo os valores. Saiba mais aqui
http://bit.ly/hipnose-massa https://t.co/1cg9ZLeFbT
    Os 4 documentários da BBC mostrando como a mídia manipula:
 1º. The Century of The Self (2002). Londres: BBC. https://vimeo.com/79771087  
 Documentarista da BBC, Adam Curtis conta como as ideias do pai da psicanálise, Sigmund Freud, foram aplicadas pelo seus sobrinho Edward Bernays e bisneto Matthew Freud auxiliando as corporações a manipular os desejos inconscientes coletivamente criando uma sociedade de consumo na qual disfarça-se uma escravidão.
 Nos 240 minutos de entrevistas e explicações, o documentário mostra aspectos como: o surgimento da psicanálise e a mudança de visão do ser humano; a adaptação da psicologia freudiana e a criação da profissão de Relações Públicas pelo seu sobrinho Edward Bernays para disfarçar tratar-se de "propaganda", a mesma atividade desencadeadora do holocausto nazista a qual, desde então, vem acobertando as tragédias (muito piores) dos comunistas os quais já assassinaram cem vezes mais pessoas do que Hitler.
 A dissociação dos bens de consumo da sua função e sua associação com as aspirações inconscientes das pessoas: o cigarro foi associado a liberdade para as mulheres; ou carro, com a virilidade masculina;
 A influência de Anna Freud, filha do Freud, na divulgação da psicanálise nos EUA;
 A utilização da psicologia para adaptação das pessoas aos padrões sociais estabelecidos e torná-las cidadãos e consumidores passivos;
 A experiências da CIA tentando mudar a memória das pessoas e alterar a sua personalidade;
 O esgotamento da estratégia de conformização e manifestações de individualismo e expressividade;
 A política e o marketing utilizando as ideias de Wilhelm Reich para se adaptarem a essa necessidade de expressão individual;
 A apropriação da Hierarquia das Necessidades de Abraham Maslow para categorizar e atender os desejos das pessoas "autoguiadas";
 Entrevista o psicanalista e filósofo Herbert Marcuse;
 A sociedade consumista vive em uma ditadura dissimulada baseada na manipulação dos desejos inconscientes.

  Parte 2ª. - A Engenharia do Consentimento "The Engineering of Consent"
Documentário da BBC sobre como aqueles no poder usaram as teorias freudianas para controlar multidões perigosas numa era da democracia de massas.
Esse episódio fala como a filha de Freud, Anna Freud, divulgou a psicanálise nos EUA e no mundo
  Parte 3ª - Há um policial dentro de nossas cabeças. Ele deve ser destruído
Na década de 1960, um grupo radical de psicoterapeutas desafiou a influência das ideias freudianas na América. Eles foram inspirados pelas ideias de Wilhelm Reich, discípulo de Freud, que se voltou contra ele e foi odiado pela família Freud. Ele acreditava que o eu interior não precisa ser reprimido e controlado mas sim encorajado a se expressar. Daí nasceu um movimento político que procurou criar novos seres, livres da conformidade psicológica que havia sido implantado na mente das pessoas por parte das empresas e da política.
Este programa mostra como isso se desenvolveu rapidamente nos Estados Unidos através de movimentos de autoajuda como o Seminário Werber Erhard de Treinamento - até a irresistível ascensão da auto expressiva: Geração do eu.
Mas as corporações norte-americanas logo perceberam que este novo eu não era uma ameaça, mas a sua maior oportunidade. Era de seu interesse incentivar as pessoas a sentir que eram indivíduos únicos e, em seguida, vender-lhes maneiras de expressar as suas individualidades. Para isso, voltaram-se para técnicas desenvolvidas pelos psicanalistas freudianos para ler os desejos interiores do novo eu.
Parte 4ª - Oito pessoas bebendo vinho em Kettering https://vimeo.com/80492113
A escravidão e a idiotização são programadas pela NOM (nova ordem mundial) e Foro de São Paulo?
NOM e o Foro de SP estão juntos, mancomunados?
 
 Facebook aderiu à espiral do silêncio.
 O Facebook mudou as suas regras em 2016 criando barreiras e ampliando a "espiral do silêncio".
 Somente 1% dos contatos e seguidores recebem notificação da postagem na página ou mural.
 Portanto, a partir de 2016, nada viraliza quando postamos!
 É preciso 100 pessoas compartilhando para atingirmos o mesmo público de antes. Como não podemos ter nem 5 mil amigos, no máximo 50 pessoas receberão notificação da postagem. Como apenas uma pequena parte irá compartilhar, nossa postagem vai ser vista por um conjunto bem limitado.
 Então, você cria uma página para poder ter quantidade ilimitada de seguidores. Ledo engano: você vai poder convidar menos de 400 de seus amigos, mesmo que você tenha 5000 amigos. Como parte deles não verá o convite, você vai arrancar a página com algumas dezenas de seguidores.
 Ai você posta o link em seu mural marcando os amigos que não pode convidar e o sistema limita a marcação a 50.
 Você faz de novo, com outros 50 e, na terceira o quarta vez que fizer o sistema do facebook o bloqueia automaticamente alegando que você está abusando do recurso de marcação e que ficará bloqueado por um tempo variado. A primeira vez, é por um dia; na segunda, aumenta, chegam a bloquear semanas até que, persistindo a marcar, você pode ser impedido de o fazer ou até excluído do facebook!
 Se compartilhar o link pelo messenger, automaticamente, um mecanismo similar vai bloquear você após menos de duzentas mensagens…
 Assim, você fica bloqueado antes de atingir 500 pessoas.
  Por isso, a campanha eleitoral do Professor Padilla - http://bit.ly/Prof_PADilla  - como vereador teve um resultado muito aquém do esperado em Porto Alegre. Quando, em 2015, aceitou o desafio e, pela primeira vez se dispôs a concorrer aos 58 anos de idade, a campanha se baseou em divulgar as realizações e propostas pela internet, sobretudo pelo facebook, contando com a elevada probabilidade da maioria das pessoas que o conheceram durante décadas de atividade confiarem o seu voto. Contudo, mais de 95% dessas pessoas sequer soube que ele era candidato!
No dia da eleição, as 17:30, após encerrada a votação, ao caminhar em direção à Padre Chagas, o candidato encontrou-se com Patrícia Lengler Brinkhus com quem não falava há anos e ela ficou surpresa em ver o material de campanha e saber da candidatura.
Minutos depois, encontrou o advogado e professor Pedro Krebs, ex-colega da PGE onde, ambos, sofreram assédio moral. Foi a mesma coisa. Embora sejam amigos no facebook, não sabiam da candidatura porque, em 45 dias de campanha, apenas um pequeno percentual foi atingido.

   O facebook oferece a possibilidade de se pagar para que uma postagem saia dessa espiral. Contudo, a lei eleitoral brasileira de 2016 vedava o candidato de fazer isso. O motivo é simples: impedir o desenvolvimento de lideranças autênticas. Somente quem tem dinheiro para pagar ativismo consegue superar o bloqueio!

AOS AMIGOS, MANDE O ELEFANTE DO TRUMP PRA DEFENDER QUEM VOCÊ GOSTA
https://www.facebook.com/loveamem/videos/1942548862679230/  

domingo, 21 de maio de 2017

EINSTEIN E FANTASMAS QUÂNTICOS

FÍSICA “FANTASMAGÓRICA” DE EINSTEIN É USADA PARA CRIAR NOVO DETECTOR DE ONDAS GRAVITACIONAIS
COMENTÁRIO – Afinal, será que os emaranhamentos apareceram porque foram pensados dentro do contínuo gravitacional, que é o suporte de tudo, ou porque eles existem independentemente de que sejam pensados? O SEGREDO será provado nas ondas gravitacionais? Na verdade tudo no mundo quântico são fantasias que acabaremos podendo comprovar como elas são quânticas, quando fizermos a medição das ondas mentais, como já estava falando na primeira edição de meu livro “Einstein, o Campo Unificado”. Falam de outras dimensões em cima desta e eu já falava em 1976 sobre a mesma coisa com o nome de "Planos de Consciência" para falar de vibrações que se reconhecem reciprocamente. Na quarta edição pretendo dar mais um passo nesse rumo, após lançarmos ao mundo das energias limpas as máquinas que trazem essa força do campo invisível. Ficaremos ainda com um problema da filosofia cosmológica: nossas máquinas não terão limites para extrair força e essa força serve tanto para reverter o esfriamento da entropia quanto para esfriar as ondas de aquecimento das mudanças climáticas.  Será que o efeito não vai ser catastrófico?
Artigo em HypeScience de 21.05.2017
A primeira detecção direta de ondas gravitacionais, um fenômeno predito pela teoria geral da relatividade de Einstein de 1915, foi relatada por cientistas em 2016. Armados com essa “descoberta do século”, físicos de todo o mundo têm planejado novos e melhores detectores de ondas gravitacionais.
O professor de física Chunnong Zhao e os doutores Haixing Miao e Yiqiu Ma são membros de uma equipe internacional que criou um projeto particularmente excitante para os detectores de ondas gravitacionais. O novo design é um avanço real porque ele pode medir sinais abaixo de um limite que anteriormente se acreditava ser uma barreira intransponível. Os físicos chamam esse limite de limite quântico padrão. Ele é definido pelo princípio da incerteza quântica.

As implicações da descoberta do século: ondas gravitacionais do Big Bang e a existência do multiverso
O novo design, publicado na revista Nature nesta semana, mostra que isso pode não ser mais uma barreira. O uso desta e de outras novas abordagens pode permitir que cientistas monitorem colisões de buracos negros e “terremotos espaciais” em todo o universo visível.
As ondas gravitacionais não são vibrações que viajam pelo espaço, mas sim vibrações do próprio espaço. Elas já nos mostraram uma inesperadamente grande população de buracos negros. Um estudo mais aprofundado das ondas gravitacionais pode nos ajudar a entender melhor nosso universo. Mas as tecnologias de detectores de ondas gravitacionais são suscetíveis a ter um significado enorme para além deste aspecto da ciência, porque em si eles estão nos ensinando a medir incrivelmente pequenas quantidades de energia.
Os detectores de ondas gravitacionais usam luz laser para captar pequenas vibrações de espaço criadas quando buracos negros colidem. As colisões criam vastas explosões gravitacionais. São as maiores explosões conhecidas no universo, convertendo a massa diretamente em vibrações do espaço.
É preciso enormes quantidades de energia para fazer o espaço dobrar e vibrar. Nossos detectores – dispositivos perfeitos que usam espelhos pesados ​​com lasers poderosos – devem medir o espaço que se estende por apenas um bilionésimo de bilionésimo de metro sobre a escala de quatro quilômetros de nossos detectores. Estas medições já representam a menor quantidade de energia já medida.
Mas para os astrônomos de onda gravitacional isso não é bom o suficiente. Eles precisam ainda mais sensibilidade para poder ouvir muitos mais “sons” gravitacionais preditos, incluindo o som do momento em que o universo foi criado no big bang. É aí que entra este novo estudo.

Uma ideia fantasmagórica de Einstein
O novo conceito é baseado em trabalhos originais de Albert Einstein. Em 1935, Albert Einstein e seus colegas de trabalho Boris Podolsky e Nathan Rosen tentaram depor a teoria da mecânica quântica, mostrando que ela previu correlações absurdas entre partículas amplamente espaçadas.
Veja a formação das ondas gravitacionais que provaram que Eistein estava certo
Einstein provou que se a teoria quântica estava correta, então pares de objetos amplamente espaçados poderiam ser enredados como duas moscas enredadas na teia de uma aranha. Estranhamente, o emaranhamento não diminuiu, por mais distante que se tenha permitido que os objetos se movessem.
Einstein chamou o emaranhamento de “ação fantasmagórica à distância”. Ele tinha certeza de que sua descoberta iria acabar com a teoria da mecânica quântica de uma vez por todas, mas isso não era para ser. Desde a década de 1980, os físicos demonstraram que o emaranhamento quântico é real. Por mais que a odiasse, a previsão de Einstein era certa e, para seu desgosto, a teoria quântica estava correta. As coisas à distância podiam ser enredadas.
Hoje os físicos têm se acostumado com o “fantasmagórico”, e a teoria do emaranhamento tem sido aproveitada para o envio de códigos secretos que não podem ser interceptados. Em todo o mundo, organizações como a Google e a IBM e laboratórios acadêmicos estão tentando criar computadores quânticos que dependem do emaranhamento.
E agora Zhao e seus colegas querem usar o conceito de emaranhamento para criar o novo design do detector de ondas gravitacionais.

Uma nova maneira de medir as ondas gravitacionais
O aspecto mais empolgante do novo detector é que ele é, na verdade, apenas uma nova maneira de operar detectores existentes. Ele simplesmente usa o detector duas vezes.
Na primeira vez, os fótons no detector são alterados pela onda gravitacional para capturar as ondas. Na segunda vez, o detector é usado para alterar o emaranhamento quântico de tal forma que o ruído devido à incerteza quântica não é detectado. A única coisa que é detectada é o movimento dos espelhos distantes causados ​​pela onda gravitacional. O ruído quântico do princípio da incerteza não aparece na medição.

Ondas gravitacionais podem revelar dimensões extras
Para fazê-lo funcionar, é preciso começar com fótons emaranhados que são criados por um dispositivo chamado “espremedor quântico”. Esta tecnologia foi pioneira na astronomia de ondas gravitacionais na Australian National University, e agora é uma técnica estabelecida.

Ao redor do mundo, físicos estão se preparando para testar a nova teoria e encontrar a melhor maneira de implementá-la em seus detectores. Um deles é o detector de ondas gravitacionais GEO em Hannover, na Alemanha, que foi um banco de ensaio para muitas das novas tecnologias que permitiram a descoberta das ondas gravitacionais no ano passado. [Phys.org]

Vejam também:
http://mariosanchezs.blogspot.com.br/2017/01/novamente-teoria-quantica-x-gravitacao.html
http://mariosanchezs.blogspot.com.br/2017/05/materia-escura-e-o-guardiao-real-das.html